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Pit-Stop
Desde: 18/10/2001      Publicadas: 36      Atualização: 11/04/2002

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 Calendário

  18/10/2001
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Confira o calendário/2002

A Federação Internacional de Motovelocidade (FIM), divulgou o calendário para a temporada de 2002. O Brasil está na lista, e até agora, será a última etapa da temporada.

Confira o calendário/2002A Federação Internacional de Motovelocidade (FIM), divulgou o calendário para a temporada de 2002. O Brasil está na lista, e até agora, será a última etapa da temporada.




07/04 - GP do Japão, em Suzuka


21/04 - GP da África do Sul, em Welkom


05/05 - GP da Espanha, em Jerez de La Frontera


19/05 - GP da França, em Le Mans


02/06 - GP da Itália, em Mugello


16/06 - GP da Catalunha, em Barcelona


29/06 - GP da Holanda, em Assen


14/07 - GP da Inglaterra, em Donington Park


21/07 - GP da Alemanha, em Sachsenring


25/08 - GP da República Checa, em Brno


08/09 - GP de Portugal, no Estoril *


22/09 - GP de Valência, em Valência


06/10 - GP do Pacífico, em Motegi


13/10 - GP da Malásia, em Sepang


20/10 - GP da Austrália, em Phillip Island


02/11 - GP do Brasil, em Jacarepaguá *




* Provas que ainda precisam de confirmação




Dificilmente o Brasil terá Fórmula Cart em 2002




Oficialmente a CART (Championship Auto Racing Teams) - entidade que controla a Fórmula Mundial no mundo - ainda não divulgou seu calendário de provas para a temporada 2002. O anúncio deverá ocorrer na semana que antecede o Grande Prêmio da Austrália, penúltima etapa do atual campeonato, no dia 28 de outubro em Surfer's Paradise.




Contudo, está praticamente certo que o Brasil não terá, mais uma vez, uma etapa. Nesse ano, o GP Rio 200 foi cancelado por conta de problemas financeiros e políticos com prefeitura do Rio de Janeiro. A Fittipaldi, empresa detentora dos direitos da corrida em solo brasileiro, está tentando encontrar uma sede para o GP Brasil. Mas não está conseguindo.




Salvador, na Bahia, Curitiba (Paraná), Goiânia (Goáis) e, também, o próprio Rio foram contatados para assumirem a prova. A cidade baiana já desistiu e as negociações com os outros munícipios continuam. Porém, o principal entrave é monetário. Nenhuma prefeitura quer investir alguns milhôes de dólares para ter a etapa.




Com base nas desistências oficiais de algumas cidades americanas, como Nazareth e Michigan, e também no anúncio de novas sedes, como Las Vegas e Denver, pode-se obter um calendário extra-oficial para 2002. A prova em Belle Isle, Detroit, deve não acontecer mais por conta dos protestos dos moradores da região. A corrida acontece num parque público. Assim como o contrato com o Texas foi rescindido. A cidade de Miami, nos Estados Unidos, tem chances de voltar ao calendário da categoria. Confira o possível calendário do ano que vem com 21 provas (as datas podem sofrer alterações):




24.02 Las Vegas (EUA)


10.03 Monterrey (México)


14.04 Long Beach (EUA)


05.05 Motegi (Japão)


19.05 Laguna Seca (EUA)


02.06 Milwaukee (EUA)


16.06 Vancouver (Canadá)


23.06 Portland (EUA)


07.07 Cleveland (EUA)


14.07 Toronto (Canadá)


28.07 Chicago (EUA)


04.08 Mid-Ohio (EUA)


11.08 Road America (EUA)


25.08 Montreal (Canadá)


01.09 Denver (EUA)


15.09 Lausitzring (Alemanha)


22.09 Rockingham (Inglaterra)


06.10 Houston (EUA)


13.10 Cidade do México (México)


27.10 Surfers Paradise (Austrália)


03.11 Fontana (EUA)




RELEMBRE O PRIMEIRO TÍTULO DE NELSON PIQUET




WARMUP






O primeiro título de Nelson Piquet na F-1 está completando 20 anos nesta quarta-feira (17). A conquista, histórica por diversas razões, aconteceu em Las Vegas, em um circuito improvisado no estacionamento de um hotel.


O Mundial de 1981 foi marcado pelo equilíbrio. Em 15 corridas, sete pilotos diferentes ganharam. Naquele tempo, a ordem de forças entre as equipes era empolgante: Williams, Brabham McLaren, Ferrari, Renault e Ligier sempre se revezavam nas primeiras colocações. Por fora, vinham Lotus, Alfa Romeo e até a pequenina Arrows, que chegou a fazer uma pole, com o italiano Riccardo Patrese, no GP dos EUA, abertura do campeonato.




Na primeira prova do ano, domínio total da Williams. Vitória de Alan Jones, seguido de Carlos Reutemann. Piquet foi terceiro. Patrese, o pole, liderou a corrida durante 24 voltas, mas abandonou com o motor quebrado. No GP seguinte, no Brasil, a disputa pelo título começou a tomar forma. Chovia bastante e Piquet, o pole, resolveu largar com pneus para pista seca. A decisão, condenada na época, tinha como objetivo esconder uma irregularidade no carro. O brasileiro fez uma corrida medíocre e terminou em 12º, duas voltas atrás de Reutemann, o vencedor. Mas a Williams não queria que o argentino vencesse. A equipe, que apostava em Jones para derrotar Piquet, mandou Carlos diminuir o ritmo e dar passagem ao australiano, que vinha em segundo. Reutemann fingiu que não era com ele e seguiu firme rumo à vitória. A atitude do argentino causou uma crise na Williams. Jones, irritado, sequer subiu ao pódio daquela corrida.




Na etapa seguinte, em Buenos Aires, Piquet conquistou sua primeira vitória no ano. Foi também a mais fácil para ele. O brasileiro liderou toda a corrida e cruzou a linha de chegada 26s6 à frente de Reutemann, o segundo. Alain Prost, da Renault, ficou em terceiro. Três semanas depois, mais um show de Piquet, desta vez em Imola. Em uma corrida marcada pela inconstância climática, o brasileiro, guiando com técnica e arrojo, ganhou a prova. Em segundo terminouPatrese, seguido de Reutemann. A constância do argentino era sua principal arma na briga com Piquet. No Mundial, Carlos levava vantagem: 25 a 22.




O GP da Bélgica, em Zolder, iniciou uma fase negra para o brasileiro da Brabham. Ele estranhou-se com Jones e acabou fora da pista, abandonando. Ganhou Reutemann, em uma corrida marcada pela tragédia. Um mecânico da Osella foi atropelado pelo argentino nos treinos e, na largada, o italiano Sigfried Stohr fez o mesmo - mas com um mecânico de sua equipe, a Arrows. Jacques Laffite, da Ligier, e Nigel Mansell, da Lotus, completaram o pódio. Duas semanas depois, Monte Carlo. E mais uma tristeza para Piquet. A 23 voltas do fim, o brasileiro, líder com sobras, tomou uma fechada do retardatário Patrick Tambay e bateu. A vitória ficou com Gilles Villeneuve que, no final, realizou uma ultrapassagem espetacular sobre Jones, o segundo. Laffite ficou em terceiro.




Em Jarama, na Espanha, Piquet continuou vivendo sua fase de azar. Com um carro péssimo, ele saiu da prova na metade da prova e desistiu, pela terceira vez seguida. Mesmo sem o brasileiro na pista, a corrida foi inesquecível: Villeneuve ganhou a segunda consecutiva, depois de um duelo empolgante com Laffite, John Watson, Reutemann e Elio de Angelis. Os cinco cruzaram a linha de chegada separados por apenas 1s24. Na França, no dia 5 de julho, Piquet se recuperou: chegou em segundo, na corrida que marcou a primeira vitória de Prost na F-1. O final de prova foi confuso, porém. Em determinada parte do GP, começou a chover, com Piquet na liderança. Os organizadores da prova armaram uma interrupção e Prost, o segundo, foi favorecido. Colocou pneus de classificação e voou para cima de Nelson na relargada. A francesada havia dado certo. Lembrem que Prost corria pela Renault...




Na Inglaterra, no veloz circuito de Silverstone, mais um baque na campanha de Piquet: um acidente na curva Becketts e o prejuízo de ver seu rival Reutemann terminar em segundo. A vitória ficou com Watson, da McLaren. A situação no campeonato era dramática para o brasileiro, que tinha 17 pontos a menos do que o argentino da Williams (43 a 26). Naquele tempo, a vitória valia nove pontos. Na Alemanha, porém, a sorte mudou de lado. Piquet, com uma ultrapassagem memorável sobre Jones a quatro voltas do fim, ganhou. Reutemann abandonou na metade, com problemas de motor. Em Zeltweg, mais um bom resultado para o brasileiro: terceiro, atrás de René Arnoux e Laffite, o vencedor. Reutemann foi o quinto. No Mundial, a diferença entre ambos havia caído para seis pontos.




Em Zandvoort, na Holanda, Piquet começou defintivamente a mostrar que poderia superar Reutemann no "sprint" final. O argentino bateu com Laffite na curva Tarzan e o brasileiro, com cautela, terminou em segundo lugar. Vitória de Prost. O Mundial estava empatado: 45 a 45. Em Monza, na antepenúltima etapa do campeonato, o drama de Piquet atingiu seu ápice. Seu motor estourou na última volta, quando estava em terceiro, seguido de Reutemann. Mesmo com a quebra, o brasileiro foi classificado em sexto. Ganhou Prost, novamente. Na etapa seguinte, disputada sob muita chuva no Canadá, nenhum dos dois duelantes teve destaque: Piquet terminou num discreto quinto lugar e Reutemann foi apenas o décimo, três voltasatrás de Laffite, o vencedor. Com a vitória, o francês da Ligier entrava na briga pelo campeonato, mas com chances remotas. Na classificação, a ordem era: Reutemann, 49; Piquet, 48; Laffite, 43.




A decisão do campeonato aconteceu num sábado, com largada às 15h45 (de Brasília). Reutemann era o pole, com Piquet em quarto e Laffite apenas em 12º. O circuito era o de Las Vegas, sinuoso, cansativo. Disputada sob um calor intenso, a corrida seria uma verdadeira maratona. Piquet corria em desvantagem, com um forte torcicolo. Se o brasileiro tinha dores, o argentino da Williams sofria uma pressão extrema: aos 39 anos, era sua última chance de ser campeão. Na largada, ambos tiveram cautela e perderam posições. Jones assumiu a ponta e disparou na liderança. Reutemann e Piquet vinham no bloco intermediário, permitindo que pilotos mais afoitos fossem à frente. Na 17ª volta, os dois se encontraram. Piquet, em uma manobra calculada, superou o argentino e logo abriu vantagem. Reutemann enfrentava problemas de câmbio e não pôde seguir o brasileiro, que passou a lutar então, contra seu torcicolo. Piquet ficou quase toda a corrida em quinto, resultado que lhe dava o título. Depois de quase 1h45min, o sofrimento acabou:




VEJA COMO TERMINOU O MUNDIAL DE F-1 DE 2001:




1) Michael Schumacher Ferrari 108 pts


2) Mika Hakkinen McLaren 89 pts


3) David Coulthard McLaren 73 pts


4) Rubens Barrichello Ferrari 62 pts


5) Ralf Schumacher Williams 24 pts


6) GiancarloFisichella Benetton 18 pts


7) Jacques Villeneuve BAR 17 pts


8) Jenson Button Williams 12 pts


9) H. Harald Frentzen Jordan 11 pts


10) Jarno Trulli Jordan 6 pts


Mika Salo Sauber 6 pts


12) Jos Verstappen Arrows 5 pts


13) Eddie Irvine Jaguar 4 pts


Ricardo Zonta BAR 3 pts


15) Pedro de la Rosa Arrows 2 pts


Alexander Wurz Benetton 2 pts


17) Johnny Herbert Jaguar 0 pts


Jean Alesi Prost 0 pts


Nick Heidfeld Prost 0 pts


Pedro Paulo Diniz Sauber 0 pts


Marc Gené Minardi 0 pts


Gastón Mazzacane Minardi 0 pts




























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